Gravidez na adolescência – Existe preconceito? Será que tem hora para ser mãe? Conheça casos reais. (parte 1)

Olá meninas e mulheres (senhoras também, por que não?)!
Esse post é para colocar em pauta o que muita gente ignora, vira a cara, finge que não vê e que muitos políticos se gabam de diminuir as estatísticas, mas a verdade é que sempre vão existir adolescentes grávidas e não podemos ignorá-las ou agir com preconceito.
Vamos nos munir de conhecimento para evitar preconceitos bobos, para estarmos prontas para apoiar a amiga, a parente, a filha, a vizinha, a população! Sempre existirão adolescente grávidas e ajudá-las é muito válido, não virar o rosto e, quem sabe, entendendo-as, ajudar que este caso não se repita conosco (comigo, agora só se for em outra vida!), com nossas filhas, amigas e com tantas outras?
Um dado que preocupa e todas devemos ter cuidado com isso, é que uma pesuisa revelou que a média de idade das adolescentes mães é de 17 anos e
apenas 30% delas frequentam a escola:
Devemos todos saber nosso papel para apoiar essa parcela, que pode estar diminuindo, mas existe, é especial e merece muito carinho e compreensão.
É importante que as pessoas que lidam com adolescentes tenham sensibilidade para perceber o adolescente em sua totalidade física e psicológica, respeitando suas origens, seu preconceitos e tabus.
Após o parto, é necessário que ela seja acolhida e amparada para que possa continuar sua vida e tomar conta desse filho que depende dela.
É importante que a adolescente tenha a oportunidade de juntar seus pedaços e de retomar seu papel de mulher, de adolescente e de cidadã. Precisa experimentar seu papel de mãe, e de se permitir ou não ter outros relacionamentos. Planejar sua atividade sexual, repensar sua vida escolar e profissional e desenvolver sua auto-estima para poder viver plenamente
Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br/

Muito triste ver que ainda existem pessoas preconceituosas que apontam os dedos, viram a cara, fazem fofocas ofensivas… Uma criança é sempre uma dádiva e as dificuldades no processo de trazê-la ao mundo já são muito grande em qualquer fase da vida, principalmente nesta fase já normalmente complicada que é a adolescência.
Difícil acreditar que realmente vários desses jovens preconceituosos estão vivendo realmente em 2010.
Agora que você já sabe que o assunto merece respeito, confira o que dizem as estatísticas:
Um levantamento feito pelo Ministério da Saúde (MS) durante os últimos cinco anos apresentou queda de 22,4% no número de partos realizados em adolescentes entre 10 e 19 anos no País. O MS atribui a diminuição às campanhas destinadas aos adolescentes e à ampliação do acesso ao planejamento familiar.
Nos últimos dois anos, 871 milhões de camisinhas foram distribuídos para a população. Segundo o Ministério, só no ano passado foram investidos no Brasil mais de R$ 3 milhões em ações de educação sexual e reforço na oferta de preservativos aos jovens.
Fonte: http://www.isaude.sp.gov.br/
Vamos aos poucos tocar no assunto maternidade, que é tão delicado…



